terça-feira, 18 de outubro de 2011

DEMOLIÇÃO DO MACHADINHO


18-10-2011 (terça-feira), - Às 8 horas a governadora Rosalba Ciarlini Rosado (DEM) acompanhará nesta terça-feira (18), às 8h, o início do trabalho de demolição do ginásio Humberto Nesi (26-12-1912 – 05-12-1989), o Machadinho , inaugurado em 30 de dezembro de 1992. A ação é uma importante etapa na realização da Copa do Mundo da FIFA 2014 em Natal, já que no local do ginásio será construído o estádio Arena das Dunas.

Na ocasião, também estiveram presentes o titular da Secretaria Extraordinária para Assuntos Relativos à Copa do Mundo 2014 (Secopa), Demétrio Torres, e o diretor-presidente da empresa SPE Arena das Dunas Concessão e Eventos S/A, Charles Maia.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

O MACHADÃO TÁ RINDO À TOA


Os últimos acontecimentos estão configurando com meu pensameno registrado, primeiramente no link NATAL e agora no RN NA COPA DO MUNDO, da não demolição do estádio Machadão, e sim, de uma reforma. No dia 24 de novembro de 2010 estava marcada uma reunião com as empresas com a finalidade de apresentar as propostas para a construção da Arena das Dunas e felizmente, para o bem do Estádio Machadão nenhuma empresa compareceu. A licitação foi declarada deserta, uma vez que não houve comparecimento no ato de abertura de envolepe. A falta de interesse em construir estádio pode decretar o fim do projeto Natal. Já se fala em reforma que custaria quatro vezes menos. Portanto o Machadão e o Machidinho estão rindo à toa

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

OBRAS DA COPA DO MUNDO EM NATAL

ATÉ O PRESENTE MOMENTO NENHUMA OBRA REFERENTE A COPA DO MUNDO EM NATAL FOI INICIADA. O MACHADÃO PREVISTO PARA SER IMPLODIDO NO MÊS DE SETEMBRO DE 2010, CONTINUA INTACTO, ISTO É, PARA A SORTE DOS POTIGUARES. A IMENSA MAIORIA DOS NORTE-RIO-GRANDENSES SÃO CONTRA A IDÉIA DE DEMOLIR O ESTÁDIO MACHADÃO, CASO POSITIVO, SERÁ UM TOTAL DESRESPEITO AO DINHEIRO PÚBLICO E PURA BURRICE DE NOSSAS AUTORIDADES. NA ÚLTIMA REFORMA DO ESTÁDIO FORAM GASTOS MAIS DE 17 MILHÕES DE REAIS. O MACHADÃO ALÉM DE SER UM CARTÃO POSTAL DE NATAL, TAMBÉM FAZ PARTE DA HISTÓRIA DE NATAL.

Definidas as responsabilidades para transformar Natal em sede da Copa do Mundo

O Diário Oficial do Município publicou, na edição do dia 2 de fevereiro de 2010, texto que define a “Matriz de responsabilidades” entre a cidade, o Estado e a federação com vistas aos preparativos para transformar Natal em sede de jogos da Copa do Mundo de 2014.

Joana LimaA Secretaria de Planejamento e Obras da Copa estará oficialmente criada a partir de hoje com a publicação no D.O. As obras devem iniciar no meio do anoA Secretaria de Planejamento e Obras da Copa estará oficialmente criada a partir de hoje com a publicação no D.O. As obras devem iniciar no meio do ano
No documento assinado pelo Ministro Orlando Silva, dos Esportes, pela governadora Wilma de Faria e pela prefeita Micarla de Sousa, cada ente federado, nos seus níveis, delimita responsabilidades no processo das obras previstas.

O texto ratifica que caberá ao Estado e ao Município, por exemplo, cuidar da mobilidade urbana, da construção do novo estádio e seu entorno, o entorno do aeroporto e o entorno do terminal portuário por onde porventura desembarcarem pessoas por ocasião dos jogos da Copa da cidade.

Já à União competirá executar e custear as intervenções no terminal de passageiros aéreo e marítimo, sem especificar quais seriam. Caberá também ao Governo Federal, segundo o texto, oferecer aos entes federados (estado e município) a possibilidade de contratar financiamento a intervenções em estádios e à mobilidade urbana, nas condições estabelecidas em resolução do Conselho Monetário Nacional.

Diz ainda o texto que estado e município deverão indicar as fontes orçamentárias utilizadas no custeio de todas as ações relacionadas na “Matriz de Responsabilidade”. E os partícipes poderão, ainda, optar por qualquer modelo de contratação, sempre de acordo com a legislação específica.

Já à União caberá criar, implementar e gerir o monitoramento das obras, uniformizando um canal de comunicação entre as partes interessadas.

Nesta quarta-feira, segundo garantiu ontem o secretário Augusto Viveiros, deverá ser publicado, no Diário Oficial do Município, o decreto transformando a Secretaria de Planejamento e Obras em Secretaria de Planejamento e Obras da Copa.

A exemplo do secretário estadual de Turismo, Fernando Fernandes, Augusto Viveiros não confirmou se acumularia as funções de secretário de Planejamento e secretário especial para assuntos da Copa de 2014.

Outros secretários da prefeitura, ouvidos ontem pela TRIBUNA, como Kelps Lima, da Mobilidade Urbana, não souberam explicar como funcionaria a nova secretaria nascida dentro da estrutura do gabinete adjunto da Secretaria de Planejamento e Obras.

Segundo ainda Augusto Viveiros, uma nova portaria já está pronta, explicando o “entrelaçamento de todas as secretarias municipais com o projeto da Copa, delimitando territórios e impondo objetivos”.

Acrescentou Viveiros que “é a partir dessa nova pasta que os trabalhos de secretários como Kelps Lima, de Mobilidade; Kalazans Bezerra, da Semurb e Bruno Macedo, procurador geral do município e responsável pelas desapropriações de terras, será coordenado”.

O projeto começa pela mobilidade urbana e será financiada com o empréstimo de R$ 300 milhões da Caixa, aprovado na última sessão legislativa de 2009.

A maior preocupação no momento é com o volume de obras que vai transformar Natal, a partir de meados deste ano, numa verdadeira “tábua de pirulito”, nas palavras do próprio Augusto Viveiros. “Trata-se de uma questão que deve ser muito bem analisada para não penalizar a população, que passará a viver num verdadeiro canteiro de obras”, reconheceram ontem tanto Viveiros como Kelps Lima.
FONTE: JORNAL TRIBUNA DO NORTE

domingo, 21 de novembro de 2010

NATAL NA COPA DO MUNDO DE 2014

Arena das Dunas que será erguida onde hoje estão localizados: Estádio do Machadão, Ginasio Poliesportivo do Machadinho, uma creche e parte do Centro Administrativo do Governo do Estado. Os milhões de reais investidos nesses grandes empreendimentos, histórico, esportivos e educacional vão ser totalmenete queimados. Natal têm outros locais para ser erguido a Arena das Dunas, caso contrário, seja construído em Parnamirim, Macaíba ou São Gonçalo do Amarante.

No mês de agosto de 2009, a cidade de Natal foi eleita uma das 12sedes da Copa do Mundo FIFA de 2014. O projeto da Arena das Dunas deverá ser construído no lugar do Estádio João Cláudio de Vasconcelos (17/11/1914 - 20/02/1976), o Machadão, antigo Estádio Mal. Humberto Castelo Branco, O "CASTELÃO", inaugurado na gestão do mossoroense, professor Jorge Ivan Cascudo Rodrigues, no dia 4 de junho de 1976, com os jogos: SELEÇÃO OLIMPICA BRASILEIRA 1 x 0 Vasco da Gama-RJ; e ABC 1x 0 AMÉRICA, com o primeiro gol marcado pelo jogado WILLIAM, do ABC. Além disso há projetos como o Aeroporto Internacional da Grande Natal e o VLT de Natal. Isenção de tributos municipais às operações de organização da Copa também foram aprovados.


Arena das Dunas

MAIS

O MACHADÃO NÃO PODE SER DEMOLIDO



Sou totalmente a favor que Natal seja uma das sede da Copa do Mundo de 2014, porém, contra a demolição do Estádio Machadão, por três motivos: primeiro, ser cartão portal da capital; segundo, seu grande valor financeiro, somente na última reforma foi investido 17 milhões de reais; terceiro, se porventura, depois de demolido, ocorra uma forte crise financeira ou política no Estado e não seja possível a concretização do projeto da Arena das Dunas. Sou a favor que o estádio seja totalmente reformado, ganhando uma cobertura e que o restante do projeto seja erguido nos terrenos baldios do Centro Administrativo, além de demolir alguns prédios de menor valor cultural e financeiro, como por exemplo, o posto de combustível que abastece os veículos do Governo, a Guarda Patrimonial, Escola e outros. Parece-me que todos os natalenses ficaram hipnotizado com a notícia que Natal será uma das sedes da Copa do Mundo, em 2014 e ninguém pára para analisar o prós e os contra do projeto apresentado pelo governo do Estado junto a FIFA, que realmente é muito bonito, porém, seu local, me perdoe as autoridades natalenses, jamais poderá ser o Machadão e o Centro Administrativo. Aliás, o local pode ser, porém, sem destruição do Machadão, Machadinho e o Centro Administrativo do Governo do Estado. Destruir um patrimônio público no valor de mais de 300 milhões de reais é pura burrice. É queimar nosso dinheiro.
Se Natal não tem outro local para ser erguida a Arena das Dunas que procure uma outra área menos valorizada, como por exemplo uma favela, demolindo-a e construindo-a dignamente verticalmente, caso contrário, que seja construída na Grande Natal, em Parnamirm, Macaíba ou São Gonçalo.
Pensava eu que o povo e os políticos de Natal fosse diferente dos de pequenas cidades do interior do Estado, que costumeiramente ainda usa a triste tática de pensar e agir: “UM COLOCA UM TIJOLO E OUTRO FAZ DE TUDO PARA DESTRUIR AQUELA PEQUININHA OBRA, PARA QUE O ADVERSÁRIO NÃO CRESCA POLÍTICAMENTE, ENQUANTO, O CERTO SERIA: COLOCAR DOIS TIJOLOS, ASSIM FAZENDO, ULTRAPASSARIA O OPOSITOR E A CIDADE CRESCIA. FALEI O POVO, TENDO EM VISTA QUE, O POVO DESSAS CIDADES, FAZ FESTA QUANDO AQUELE POLÍTICO, USANDO NOSSO DINHEIRO, COLOCOU O TIJOLO, COMO TAMBÉM, COMEMORA A DESTRUIÇÃO”( BACURAU x BICUDO), ASSIM VAI ACONTECER EM NATAL, VÃO DESTRUIR UM GRANDE EMPREENDIMENTO, MESMO SABENDO QUE VÃO ERIGIR OUTRO, TALVEZ COM MENOR VALOR, ME REFIRO FINANCEIRA, TENDO EM VISTA QUE A ÁREA PROJETADA PARA SER DEMOLIDA, SE NÃO FOR O MESMO VALOR DA FUTURA OBRA, A DIFERENÇA É MUITO POUCO, ALÉM DO SENTIMENTO DAQUELES, NÃO SEI SE MUITOS OU POUCOS DE NATALENSES QUE AMA DE VERDADE SUA TERRA EM VER PARTE DA CIDADE SENDO DESTRUÍDA, PRINCIPALMENTE, DOS TORCEDORES DE ABC, AMÉRICA E ALECRIM QUE POR QUASE QUATRO DÉCADAS APRENDERAM AMAR O MACHÃDÃO E DE REPENTE O VÊ-LO SER DESTRUÍDO EM SEGUNDOS. NÃO SOU NATALENSE, MAS SÓ EM SABER QUE O MACHÃDÃO, MACHADINHO, VIADUTO, CENTRO ADMINISTRATIVO VÃO SER DESTRUÍDOS, JÁ ESTOU COM O CORAÇÃO QUERENDO SAIR PELA BOCA E DERRAMANDO UM RIO DE LÁGRIMAS, PRIMEIRAMENTE, SOU TOTALMENTE CONTRA A QUALQUER DESTRUIÇÃO E, LEMBRO-ME QUE SE TRATA DO MEU E SEU DINHEIRO. O DINHEIRO PÚBLICO NÃO PERTENCE AOS POLÍTICOS E SIM, É NOSSO. PORTANTO, VOCÊ NATALENSE PODE EVITAR TAMANHA DESTRUIÇÃO SEJA REALIZADA. BASTA QUERER. VOCÊ QUE É CONTRA, PASSE A MOVIMENTAR JUNTAMENTE COM OUTROS E VÃO AS RUAS EXPOR SUAS INDIGNAÇÕES.



ENQUETE



VEJA NA BARRA LATERAL DE LINK NATAL UMA ENQUETE REFERENTE SE VOCÊ NATALENSE É A FAVOR OU A DESFAVOR A DEMOLIÇÃO DO MACHADÃO?


HISTÓRICO DO MACHÃDÃO



O Machadão além de ser um cartão postal da capital, deve ser analisado a luta que muitos natalenses enfrentaram para sua concretização, assim vejamos o depoimento prestado por Moacir Gomes, arquiteto do estádio, publicado no Diário de Natal, edição do 4 de junho de 2002: Uma obra construída com o esforço de muito desportistas de Natal. Foi assim que depois de mais de 10 anos de luta o sonho de se ter um grande estádio na capital do Rio Grande do Norte tornou-se real. Em 1956, quando o arquiteto recém-formado Moacir Gomes retornou do Rio de Janeiro para Natal, um grupo de amigos amantes do esporte encabeçado pelo arquiteto, por João Cláudio Machado e Humberto Nesi juntou-se e foi até o gabinete do então governador do Estado, Silvio Pedroza, para pleitear um terreno para a construção do estádio de futebol.
“NATAL já estava crescendo e precisava de um estádio. Não podia mais viver em função do velho Juvenal Lamartine”, explicou Moacir Gomes. O Terreno, localizado na praia do Forte, onde hoje fica o Circuito Militar, foi doado para a Federação Norte-Rio-Grandende de Desportos (FND). O governador viabilizou recursos para a concepção do projeto do estádio na praia do Forte, mas os entraves políticos não permitiram a continuidade. Silvio Pedroza não foi reeleito e o início (fez seu sucessor) e o início da construção do estádio teve que ser adiado.
Três anos se passaram da primeira tentativa de conseguir convencer ao governo do Estado construir um estádio em Natal. Em 1969, esse mesmo grupo de amigos se reuniu e, desta vez, foram até o governador Dinarte Mariz. Dinarte Mariz doou o terreno, mas também não foi reeleito, estacionando o sonho da construção do estádio.
OS desportistas recorreram ao estão prefeito de Natal, Djalma Maranhão. “Ele era um desportista conhecido e topou. Cercou o terreno, usou um trator para nivelar o terreno e fez um barracão de alvenaria. Mas aí veio a revolução e Djalma foi exilado para o Uruguai. Mas já havia deixado a terraplanagem feita”. O grupo não desistiu. Agnelo Alves assumiu a prefeitura de Natal e mais uma vez estava lá o grupo de amigos “Fomos a Agnelo. Ele arregaçou as mangas e disse: Vamos fazer o estádio. Aí começou a correria”, revelou.



ENTUSIASMO



De acordo com Moacir, a obra começou em janeiro de 1967 movida pelo desejo de ver o estádio construído. “As condições eram mínimas. Trabalhávamos-nos em um barracão com muita poeira areia. Mas todo mundo vivia aquele entusiasmo. Todos os desportistas de Natal participavam”, lembrou.
A prefeitura foi ocupada por Ubiratan Galvão que deu continuidade à obra. Sete meses depois, uma crise política afastou Galvão do Cargo de prefeito de Natal. Assumiu então Jorge Ivan Cascudo. “Ele deu seguimento à obra com a ajuda do governador Cortez Pereira”, relatou. A partir daí a obra foi terceirizada. A empresa Ecocil e a Enac, da Paraíba, se responsabilizaram pela obra.
A obra não andava. Moacir foi ao Rio de Janeiro, com uma carta de apresentação redigida por João Machado, falar com o presidente da então Confederação Brasileira de Desportos (CBF), João Havelange. “A CBF não dinheiro para a continuação da obra”. Mas tomou uma atitude que causou a conclusão do estádio”, disse. “JOÃO HAVELANGE afirmou que, em nome da CBF estaria colocando Natal nas chaves eliminatórias da mini copa do Mundo do próximo ano”. “Aquilo foi uma bomba. O governador e o prefeito deram um jeito e terminam o estádio que foi inaugurado no dia 4 de junho de 1972, com a denominação de Marechal Humberto Castelo Branco (CASTELÃO) e modificado através da Lei de uma lei municipal datada de 23 de junho de 1989, sancionada pela então prefeita de Natal, Vilma Maria de Faria que passou a chamar-se Estádio João Cláudio de Vasconcelos Machadado – o MACHDÃO. A mudança de nome surgiu a partir de um projeto do vereador MARCÍLIO CARRILHO, projeto aprovado na Câmara Municipal com 14 votos favoráveis e apenas um voto contrário.




PROJETO ARQUITETÔNICO


O projeto arquitetônico do estádio João Machado, o Machadão, foi fruto de uma tese de conclusão de curso. Um projeto ousado e de grande complexidade elaborado pelo arquiteto Moacir Gomes. Fascinado por esportes, o então estudante de arquitetura da UFRJ acompanhou passo a passo a construção do maior estádio do mundo, o Maracanã. Um templo do futebol

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